"Havia uma rua.
Havia uma varanda.
Havia sorrisos à janela.
Naquela rua já não mora ninguém.
Na varanda ainda há restos de roupa estendida,
e um vaso de flores sem flores.
O sorriso guardei-o no retrato da memória.
Havia muitas coisas que queria dizer, e não disse.
Anoitece e começou a chover.
Na varanda ainda há uma luz antiga que o vento apagou.
Havia uma rua e uma varanda.
A rua tinha um arco,
e sob o arco passou um dia a melancolia dos meus olhos.
Esta noite acendo uma fogueira,
uma fogueira na neve..."
Havia uma varanda.
Havia sorrisos à janela.
Naquela rua já não mora ninguém.
Na varanda ainda há restos de roupa estendida,
e um vaso de flores sem flores.
O sorriso guardei-o no retrato da memória.
Havia muitas coisas que queria dizer, e não disse.
Anoitece e começou a chover.
Na varanda ainda há uma luz antiga que o vento apagou.
Havia uma rua e uma varanda.
A rua tinha um arco,
e sob o arco passou um dia a melancolia dos meus olhos.
Esta noite acendo uma fogueira,
uma fogueira na neve..."
"...Ele saiu sem dizer nada
Talvez fosse ao teatro chino
Vai regressar de madrugada
E acordá-la cheio de vinho..."
Talvez fosse ao teatro chino
Vai regressar de madrugada
E acordá-la cheio de vinho..."
No comments:
Post a Comment